Pesquisa Veritá mostra Professora Dorinha e Vicentinho Júnior dividindo as intenções de voto para o Governo do Tocantins

Na disputa pelo Governo do Estado, a polarização está bem desenhada. A Professora Dorinha Seabra (União Brasil) aparece no topo com 31,6% dos votos válidos, mas é seguida de perto por Vicentinho Júnior (PSDB), com 30,0%. Enquanto isso, o atual vice-governador Laurez Moreira (PSD) tenta se viabilizar com 14,8%, mas ainda patina para furar a bolha dos dois primeiros colocados.

O que o gráfico não diz, mas os bastidores sussurram, é que Dorinha carrega o peso de ser a “candidata do sistema” em muitos aspectos, enquanto Vicentinho tenta se posicionar como a renovação.

O “não voto” (Brancos/Nulos) soma pesados 32,4%, indicando que um terço do estado ainda olha para o Araguaia com total indiferença.

Esses dados fazem parte do mais recente levantamento do Instituto Veritá, realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 1.220 eleitores. A pesquisa, que circula com força nos grupos de articulação política, está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral, apresentando uma margem de erro de 2,8 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.

Ao olharmos para o Senado, o cenário deixa de ser uma polarização para se tornar um misto de incertezas na disputa.

Estimulada:

No cenário de intenção estimulada, o senador Eduardo Gomes (PL) mantém o favoritismo com 23,2% dos votos válidos, seguido por um Wanderlei Barbosa (Republicanos) que aparece com 18,5%. O ex-prefeito Ronaldo Dimas (PL) fecha o trio principal com 12,1%.

Espontânea:

Quando o eleitor é consultado de forma espontânea, sem ler nomes, o abismo aparece: 87,3% da população simplesmente não sabe em quem votar ou prefere anular. Nesse vácuo, nomes como Alexandre Guimarães (MDB) com 21,5% e Irajá Abreu (PSD) com 13,8% dos válidos tentam capitalizar sua presença.

Rejeição:

O deputado Carlos Gaguim (União Brasil) lidera esse ranking indesejado com 26,7%, o que acende o sinal vermelho para suas pretensões futuras. Ele é acompanhado de perto por Irajá Abreu, que amarga 24,2% de recusa, e Paulo Mourão (PT), com 22,5%.

O Tocantins caminha para uma eleição onde o “voto útil” e as alianças de última hora ditarão o ritmo. Com um índice de indecisos tão alto, qualquer movimentação no Araguaia pode alterar esses gráficos rapidamente.

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