Vicentinho Júnior aponta “incoerência” em chapas com três senadores e reforça fidelidade à base de 2022

Vicentinho, vestia a camisa da folia e circulava com desenvoltura entre os foliões durante o Pouso do Divino, em sua fazenda em Santa Tereza, e concedeu entrevista para diversos veículos de imprensa que acompanhavam a festa. Ao Centro dos Bastidores, o pré-candidato a Governador foi enfático ao analisar a composição de sua chapa e as movimentações dos adversários. Sem citar nomes diretamente, mas com o alvo bem definido, o deputado criticou o que chamou de “invenção de moda” em outras coligações. Para ele, a política atravessa um momento de confusão para o eleitor, e a solução seria a simplicidade do agrupamento que ele lidera.

O parlamentar defendeu a tese de que sua base não foi construída “dentro de gabinete”, mas sim ouvindo “as vozes da rua”. Vicentinho tentou desconstruir a narrativa de instabilidade que adversários tentam imprimir à sua campanha, e citou a coerência do grupo de 2022. Segundo ele, nomes como Alexandre Guimarães, Amélio Cayres e o seu próprio, além de uma robusta base de deputados estaduais e federais, permanecem unidos desde a última eleição, ao contrário de outros palanques que, em sua visão, tornaram-se um “rearranjo de histórias mal contadas”.

Um ponto que chamou a atenção na fala do deputado foi a crítica à estratégia de grupos que apresentam três nomes ao Senado, quando o eleitor só pode escolher dois. “É uma conta que não fecha na lógica do eleitor”, pontuou, reforçando que sua chapa apresentará apenas dois candidatos ao senado, buscando evitar a dispersão de votos e a fadiga do eleitorado.

Vicentinho tentou vender a ideia de que a estabilidade que o Tocantins tanto precisa está na manutenção de alianças já testadas nas urnas, contrapondo-se ao que ele classifica como narrativas de conveniência dos oponentes.

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