O Campeonato Tocantinense de 2026 terminou com uma cena que ficará marcada na história do esporte regional. O apito final do Campeonato Tocantinense deste ano não selou apenas a conquista de mais um título estadual; ele escreveu o encerramento perfeito para uma narrativa de gratidão e memória. Ao levantar o troféu, o Tocantinópolis (TEC) alcançou sua sétima estrela, mas o verdadeiro simbolismo estava gravado no metal: a Taça José Bonifácio.
O Valor da Taça José Bonifácio
Este ano, a Federação Tocantinense de Futebol (FTF) prestou uma homenagem ao batizar o troféu de Taça José Bonifácio. Para quem conhece os alicerces do futebol no Bico do Papagaio, o nome não é apenas uma formalidade; é a própria alma do clube. José Bonifácio foi o fundador do Tocantinópolis, o homem que plantou a semente de um time que hoje domina o estado.
Ganhar o título “em casa” e sob o nome de seu criador trouxe uma carga emocional que superou qualquer rivalidade técnica. E no momento da entrega da premiação, Paulinho Bonifácio, filho do saudoso fundador, estava presente e foi o centro das homenagens da FTF.
Ver o herdeiro direto do homem que idealizou o TEC recebendo as honrarias e vendo o “time do pai” erguer a taça que leva o nome da família foi um fechamento de ciclo perfeito. Paulinho, visivelmente emocionado, representou não apenas o passado de lutas para manter o futebol vivo no interior, mas o orgulho de ver o legado transformado em hegemonia.
Hegemonia Verde e Branca
Dentro das quatro linhas, o resultado de campeão reafirma o Tocantinópolis como o “time a ser batido” na região. Com a conquista do seu sétimo título estadual, o Verdão do Bico não apenas enche a galeria de troféus, mas garante um calendário cheio e lucrativo para 2027, assegurando vagas em competições nacionais como a Copa do Brasil e a Série D.





